Apresentação de TCC's elaborados pelos alunos da Universidade Aberta à Pessoa Idosa UNIFESP Vila Clementino SP 2018

segunda-feira, 29 de julho de 2019

A espiritualidade e o mal de Alzheimer

A espiritualidade e o mal de Alzheimer

Ao discutirmos o objetivo do trabalho,  chegamos ao consenso que, tanto por opiniões e também por leituras existe ligação da espiritualidade com várias doenças, inclusive o mal de Alzheimer. A partir daí, decidimos conhecer esta realidade.

Não é nosso objetivo discutirmos a doença e sim a espiritualidade e sim a espiritualidade dentro dela. Entretanto vamos pincelar sobre o mal de Alzheimer porque ainda existem pessoas que desconhecem a doença.

 Transtornos  comportamentais da doença de Alzhaimer em ordem de freqüência:

Apatia – Agitação – Excesso de atividade motora – Comportamentos aberrantes ( noturnos) – Depressão – mudanças de apetite – Ansiedade – Irritabilidade – Ilusões – Desinibição – Alucinações – Euforia. (FONTE DR. JUDES POIRIER E DR SERGE GAUTHIER).

Em artigos lidos os portadores de Alzheimer, a memória falha mais frequentemente em fatos recentes.

Ainda não se sabe atualmente da genética nos casos do mal de Alzheimer. A hereditariedade é provocada por uma anormalidade nos cromossomos 1 – 14 – 19 e 21 fatal para os neurônios,  Nesses casos, a doença se manifesta mais cedo e avança rápido. Em 2003 ela atingiu cerca de 1 milhão dos 15 milhões de idosos brasileiros segundo Dr. Paulo Henrique Bertolucci, chefe do Departamento de Neurologia Comportamental da Unifesp.

A memória é traiçoeira. A de Flavio de Oliveira, 77, parece invejável quando ele começa a contar sobre os barulhentos aviões DC-3 e Scandia que a Vasp operava nos anos 50, em Congonhas, onde foi despachante de cargas por quase quatro décadas. Mas tudo muda no vôo que o traz do passado ao presente. No sofá de casa, Flávio é, às vezes, incapaz de reconhecer Célia, a mulher com quem está casado há 45 anos, ou os quatro filhos.

Portador da doença de Alzheimer há cinco anos, a memória do aposentado falha mais frequentemente no curto prazo: fatos recentes se “apagam” da mente em questão de minutos, e ele esquece que já almoçou, pergunta quem é a empregada a cada cinco minutos, pede para ir embora “para casa”.

Declínio da memória é o sintoma mais característico da doença provocada por alterações cerebrais que matam os neurônios do hipocampo, região que controla a memória, a linguagem e o comportamento. À medida que avança, a amnésia progressiva vai sendo acompanhada por outros problemas, como desorientação e dificuldade para realizar tarefas básicas – abotoar a calça, por exemplo. No estágio máximo, chega a anular o “programa” que confere identidade a cada ser humano: comportamento, interesse, gostos e relações pessoais, tudo se perde nas brumas do cérebro.

O mal de Alzheimer é a ameaça ruim embutida numa perspectiva boa, a expectativa de vida, que cresceu muito e deve continuar melhorando. Só que, quanto mais o mundo envelhece, mais a doença deve se tornar rotineira em milhares de lares. A estimativa da OMS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE) é que o problema se transforme em pandemia ( doença epidêmica amplamente difundida) nos próximos 20 anos. Os países emergentes, como o Brasil, vão concentrar dois terços dos casos.

É bom lembrar que o panorama é mais preocupante em países como o Brasil, cuja população envelhece em ritmo acelerado. No Censo de 1980, eram 16 idosos para cada 100 crianças, em 2000, essa relação havia praticamente dobrado. Em 20 anos, os idosos brasileiros serão 30 milhões. O Alzheimer é a doença do século 21, o grande desafio da medicina. Passamos a vida fazendo com que o homem viva mais e com qualidade. Superamos a mortalidade rápida de doenças como tuberculose; em 90% dos casos de câncer diagnosticado precocemente tem tratamento, sem falar da Aids. Mas e o cérebro? Continua uma incógnita”,  afirma o professor de neurologia da Unicamp Jayme Antunes Maciel Jr. 54 anos. Para seu colega Ricardo Nitrini, 56, da Usp, chegar aos cem anos será cada vez mais provável com o progresso da ciência. Mas sem controlar ou retardar o início do Alzheimer, mais de 70% dos centenários serão doentes.

PESQUISAS: A preocupação com a doença, responsável por 60% dos quadros de demência (perda da capacidade mental) é comprovada pelos investimentos em pesquisas científicas. Em 2000, nos EUA aplicaram 1, 18 bilhão em estudos sobre o Alzheimer, mais do que a metade do valor gasto com a Aids, incomparavelmente mais letal, porque é contagiosa.

Sem cura nem diagnóstico específico, a doença relatada em 1906 pelo médico alemão Alois Alzheimer (1864-1915) progride lentamente até levar o paciente à morte. Médicos e especialistas são unânimes: quanto antes descobrir a doença, melhor. O tratamento é multifacetado, envolve remédios e reabilitação neuropsicológica, recurso de uso ainda incipiente no Brasil.

Nos estágios iniciais, por exemplo, podem ser criadas estratégias para driblar as dificuldades de memória, como um bip para lembrar o paciente da hora da medicação, o uso de agenda em praticamente todas as atividades e a reorganização do ambiente doméstico para facilitar o acesso a lugares e objetos.

Nos casos moderados, o doente não tem mais capacidade de aprender estratégias, explica a neuropsicóloga Anita Taub, 38, do Hospital Albert Einstein. Então o tratamento visa melhorar a qualidade de vida e reduzir a dependência. “ Nesse estágio, a musicoterapia é uma das técnicas para estimular o humor e a motivação. Canções da infância e adolescência ajudam a ativar os processos de memória. “ A música traz boas lembranças, recordações de fases importantes da vida, melhora a auto-estima e trz uma sensação de aconchego e segurança”. Acredita Anita. “ O problema é que a maioria dos pacientes descobre a doença tardiamente. Como esquecimentos pontuais são comuns entre idosos, a doença é normalmente classificada de “ coisa de velho”, prejudicando o diagnóstico”, diz o psiquiatra Cássio Machado Bottino, 39, do Instituto de Psiquiatria da USP, que está coordenando a primeira pesquisa de campo sobre Alzheimer em São Pauloe Ribeirão Preto.

O diagnóstico da dona-de-casa Adeilde Menezes de Moura 83, doente há dez anos, levou três anos para ser descoberto. “Na época, eu não sabia o que Alzheimer significava como muita gente hoje em dia ainda não sabe”, afirma a sua filha Yone de Moura Beraldo, 60.

Dois anos depois do diagnóstico correto, Adeilde já não sabia como tirar comprimido da cartela. “Ninguém acreditava; como ela podia esquecer aquilo?. Jamais imaginaríamos que uma mulher inteligente, que adorava ler, apreciar a filha tocar piano, pudesse estar sofrendo da cabeça”, lembra Yone.

Adeilde não fala nem anda e depende de cuidados alheios em tempo integral. “ No começo, não era fácil. Imagine sua mãe se transformar todo dias numa pessoa diferente. . Era como vivenciar um luto diário”, define. Yone afirma que essa convivência teria sido inviável sem ajuda de grupos de apoio, como os organizados pela Associação de Alzheimer. “ Aprendi a lidar com o inesperado, ter paciência e perspicácia para descobrir se ela está com frio ou fome, se precisa ir ao banheiro. Quem sente por ela sou eu. Ela não sabe que sou filha dela, mas eu sei que ela é minha mãe.

NOVIDADES:

Alguns avanços tecnológicos podem contribuir para mudar o cenário e ajudar a identificar quadros de demência em estágios iniciais. No Brasil, o Incor inaugura o primeiro PETSCAN do  país.Um aparelho capaz de revelar o metabolismo dos neurônios, ou seja como as células estão funcionando. Até agora, quando há suspeita de Alzheimer, o exame é feito num aparelho chamado Spect Cerebral, que usa outras substâncias radioativas para detectar a morte dos neurônios, mas suas imagens são bem menos definidas.

“ O PETSCAN visualiza o problema antes que ele se manifeste “, explica Claudio Meneghetti, 52, diretor de medicina nuclear e imagem molecular do Instituto do Coração. O exame estará disponível para pacientes do SUS, mas Meneghetti ressalva: só será feito por solicitação de neurologistas em paciente de risco.

O hospital Sírio Libanês passa  a operar uma máquina de tecnologia ainda mais avançada: um PET SCAN/CT, com tomografia computadorizada que permite a fusão de imagens da estrutura do cérebro com às dos neurônios e também só com indicação psiquiátrica ou neurológica.

Na área de medicamentos, a droga memantina deve chegar ao mercado brasileiro em breve. JÁ USADO NA Europa, o remédio age em receptores específicos ligados ao processo de morte celular e promete evitar o progresso da doença, principalmente nos estágios  moderados ,

A grande esperança, uma anunciada vacina que poderia estimular a formação de anticorpos contra a proteína antibeta-milóide, que leva as células cerebrais ao colapso, já chegou a ser testada em seres humanos, mas provocou encefalite como efeito colateral e não há previsão de lançamento.

HERANÇA FAMÍLIA:

Os médicos ainda desconhecem a atuação da genética nos casos esporádicos da doença, mas já se sabe a causa do chamado Alzheimer familiar, que atinge vários membros de um grupo e representa cerca de 5% do total. A hereditariedade é provocada por uma anormalidade nos cromossomos 1, 14, 19 e 21, fatal para os neurônios, segundo o neurologista Jayme Maciel jr.  Nesses casos, a doença se manifesta mais cedo e avança mais rápido.

Espiritualidade e o Mal de Alzheimer

4 razões da neurociência para fazer ginástica cerebral.

  • 1 – Desenvolver a atenção para manter-se focado naquilo que precisa.
  • 2 – Fortalecer a capacidade de memorizar para viver melhor e ampliar a reserva cognitiva.
  • 3 – Automatizar (automalizar) as funções do raciocínio.
  • 4 – Aprimorar a capacidade criativa,


Ginástica para o cérebro.

As praticas  pedagógicas individuais e coletivos, prática de calculo por do ábaco, resolução de exercícios cognitivos, neuróbicos, dinâmicos em grupo e jogos digitais.

“  Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito.”

“ALERTA”

Traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer.

A – Costumam ser focadas em si mesmas.

B – Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co-dependência e até simbiose. ( duas pessoas que vivem em comum.)

C – Seus objetivos de vida são limitadores (em se tratando de evolução).

D – São de poucos amigos.       (1)

E – Gostam de  viver isoladas.

F – Não ousam mudar.

G – Conservadoras até o limite.

H – Sua dieta é sempre a mesma.

I – Criam para si uma rotina de  “ ratinho de laboratório”.

J – São muito metódicas.

K – Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas bem antes da doença se caracterizar.

L – Cultivam manias e desenvolvem TOC com frequência.

M – Teimosas,  desconfiadas não gostam de pensar.

N – Leitura os enfastia.

O – Não são chegadas em ajudar o próximo.

P – Avessas á prática de atividades físicas.

Q – Facilmente entram em depressão.

R – Agressivas contidas.

S – Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.

U – Apresentam distúrbios da sexualidade, como impotências precoce e frigidez.

V – Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano. ( Dr. Eduardo Monteiro)

*Gatilhos que costumam desencadear o processo.*   

Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco são os que se aposentam – especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em sequência, isolam-se.

Com o passar dos anos, as religiões espiritualistas vêem investigando a origem das doenças, em especial as doenças mentais. Supondo do ponto de vista espiritual que as doenças mentais se originam no espírito e se manifestam no físico, estamos buscando tratar a origem, a medicina faz o mesmo avanço com a descoberta das doenças psicossomáticas.

Em apometria, desde seu início os pacientes foram psiquiátricos em sua grande maioria, por estar acontecendo  as investigações por médicos e no Hospital Psiquiátrico Espírita de Porto Alegre RS. Conforme o interesse de cada grupo que foi se formando, as investigações foram mais especializadas.

E descobrindo-se um padrão – comportamental característico de cada paciente com doenças mentais podemos auxiliar na melhora de cada quadro, haja visto que está melhora só se faz através do abrandamento dos sintomas, em, primeiro lugar porque Apometria não faz milagres, e em segundo lugar porque a doença física é um expurgo de energias negativas do espírito que precisa ser degradadas pelo corpo físico.

Mas quando bem aplicadas determinadas técnicas suavizam e muito os sintomas mais agressivos de determinadas doenças. Vamos citar o exemplo do Alzheimer, que demos o codinome de “Doença Dos Generais”.

Cada doença Epidêmica, ou de grandes proporções num determinado local, caracteriza, a reencarnação de um grupo de almas comprometidas carmicamente que renascem e quitam débitos em conjunto para facilitar o auxilio espiritual bem como o controle de carma grupal.

As caduquices de nossos avós no fim da vida,  passou a ter um comportamento com sintomas mais coletivo e padronizados e agora começam mais cedo, o que antes era considerado em desgaste natural da memória pela velhice, migrou para doenças mais específicas.

Há dois grupos bem caracterizados nessa sequência histórica, os dominantes e dominados. Embora o  grupo dominantes seja bem específico, e mesmo reencarnando na vida seguinte no papel denominado, ainda se rebelavam e as insurgências culturais e políticas  aconteciam, não os deixando vivenciar completamente o jugo a qual estavam sujeitos.

Em função disso chegamos as portas do Apocalipse ( mudança coletiva do planeta), esses perfis não haviam mudado, essa energia do “poder e mando”, criam fortes correntes auto – induzidas de pensamento, sem ter pra onde escoar, quase que paralisamos  corpo astral e seus sub níveis dominantes, passando ao físico um comportamento de personificação autoritária.

É claro que não é regra na doença a agressividade e autoritarismo, embora a teimosia, esteja lá arraigada, cada ser reage de forma diferenciada ao perder o controle de sua mente e ficar preso a imagens fixas ou época, sem conseguir entender esse “viver em vários mundos de memória ao mesmo tempo”.

Quando há um padrão de comportamento danoso, a própria evolução se encarrega de corrigir. Nesse caso desestratificando esse blocos de memórias condensadas no espírito, como se quebrássemos uma parede de tijolos e a reconstruíssemos nova e harmonicamente, o período da doença no físico é o  “  desmanchar a parede de tijolos, sendo cada tijolo a personalidade de uma vivencia”. E porque isso acontece no físico?

Em função da atração eletro magnética fortíssima que o corpo físico gera via chacras, podemos descolar os tijolos e reagrupá-los sem perder nenhum, fora do corpo isso poderia criar uma reação em cadeia que levaria a ovoilização ( recolhimento do espírito somente a nível mental) do ser, fazendo com que perdesse milhares de anos evolucionários e tivesse querer (ter que) começar do zero.

Em síntese o ser vive essa vida preso ao passado e a teimosias incoerentes, e perdendo esse padrão de comportamento, infelizmente a custa de uma morte neurológica  agressiva. O que podemos fazer em Apometria, para abrandar esses sintomas, é ir trazendo essas vidas de Generais Colonizadores, Nobre, Senhor de Escravos, Ditador etc. Tratando-as uma a uma, encaminhando suas vítimas as ainda sob seu jugo, e seus algozes.

A medida, que essas vidas vão sendo tratadas, sempre focando o atendimento em abrir essas vidas específicos, o paciente vai se acalmando, lhe dando melhor quantidade de vida e aos seus       cuidadores  e familiares, ou seja vamos ajudando a quebrar e reconstruir a parede mais rapidamente.

A doença “mental” pode amenizar e até estacionar, dependendo do merecimento de cada um. Embora  os danos relativos à cognição e ao controle do corpo não possamos intervir, sempre há melhora no quadro.

Entendendo a origem das doenças, temos recursos valioso sobre aonde procurar a cura aliado a isso, podemos receitar florais, atendimento de tratamento de chacras, aonde se observa que os chacras inferiores mais ativos e os superiores quase parados, e oferece atendimento fraterno aos familiares.

Cabe aqui uma pergunta: existe uma relação direta entre as doenças e a espiritualidade?

Ao que tudo indica sim. Especialmente uma delas é motivo de grande apreensão e sofrimento para tantas pessoas, que é a chamada doença de Alzheimer, enfermidade neuropsiquiátrica que impossibilita à pessoa acessar  sua memória mais profunda, ou seja, a família tem o seu ente querido presente, mas ele não consegue sequer reconhecer os amados com quem vive. É uma espécie de ser, não sendo que causa imensa dor aos familiares.

Mal de Alzheimer na visão espírita – Dr. Inácio Ferreira

Mal de Alzheimer, é uma doença degenerativa com profundas causas espirituais.

A esquizofrenia e o mal de Alzheimer,  cujo gene desencadeante, mais cedo ou tarde, a Ciência terminará por descobrir, tem no espírito a origem.

Ousaria dizer, nesta rápida análise, que a referida enfermidade, que sem dúvida, vem dia a dia, crescendo nas estatísticas médicas, longe de ser causa de prejuízo para o espírito reencarnado, surge justamente   seu auxílio, neste período decisivo para todos os que se encontram vinculados à evolução do planeta.

Não mais se constitui em novidade do Espiritismo que muitos, de alguns lustros (anos), estão tendo as suas últimas oportunidades sobre a terra, aonde vem ocorrendo o mesmo fenômeno que provocou em Capela o êxodo de milhões e milhões de espíritos recalcitantes.

Em maioria as vítimas de “Alzheimer” são espíritos vitimados por processos de “auto-obsessão”, necessitados de ajuste com a consciência em níveis que nos escapam a qualquer tentativa de apreciação imediata.

O objetivo, porém, destas nossas considerações, é dizer que o doente, total ou parcialmente, desmemoriado, está entregue a si mesmo para um ajuste de contas com o cristalizado personalismo de outras eras – às vezes, não tão distante assim -, com o seu despotismo inconsciente, com o seu excessivo moralismo...

Estaria o mal de Alzheimer relacionado a delicados processos expiatórios, ou essa doença seria de origem orgânica sem qualquer relação com o Espírito?

É importante ressaltar que o tema que estamos debatendo ainda requer estudo mais aprofundado por parte dos pesquisadores do campo da ciência e também do Espiritismo. Ainda não há em nenhuma vertente de estudo conclusivos acerca da doença.

As elucidações espíritas baseiam-se principalmente nas pesquisas realizadas pela Associação Médico – Espírita do Brasil. Não existem registros específicos atribuídos inteiramente à espiritualidade que possam descrever a doença. As fontes dos estudos espíritas se apóiam nas obras do Espírito André Luiz, pela psicografia do médium Chico Xavier. Alguns de seus livros tratam da  influências dos Espíritos sobre a matéria e vice-versa.   
    
Segundo os estudiosos do Espiritismo, a doença de Alzheimer pode ter origem em conflitos do Espírito refletidos na matéria o que a psicologia chama de somatização. No livro NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE, psicografado por Chico Xavier, André Luiz explica que “ assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos também o organismo perispiritual absorve elementos que o degradam, com reflexos sobre as células materiais”.

Existem basicamente duas causas espirituais que podem estar atreladas ao desenvolvimento do Alzheimer.

Vejamos:

OBSESSÃO

Indivíduos envolvidos em processos obsessivos graves e por longos períodos podem sofrer conseqüências orgânicas provenientes da emanação do pensamento doentio tanto do obsessor, quanto dele mesmo, imprimindo na matéria as conseqüências dessas vibrações. Tal ocorrência poderia explicar a atrofia acentuada no encéfalo que é uma característica do Alzheimer. Lembramos que o cérebro é a sede do pensamento e por isso seria a estrutura material mais prejudicada pelas baixas vibrações espirituais.

AUTO – OBSESSÃO

Esta parece ser a principal causa do Alzheimer atribuída a origem espirituais. A Auto – Obsessão é um processo nocivo desencadeado pelo próprio Espírito, muito comum nas pessoas com rigidez de caráter, introspectivas, egocêntricas e portadoras de sentimentos doentios como o desejo de vingança, o orgulho e a vaidade. Invariavelmente o sentimento de culpa mantido inconscientemente no Espírito e que às vezes se arrasta por várias reencarnações é o fator determinante. O Espírito é chamado a ajustes com a própria  consciência, necessitando de isolamento e esquecimento temporário de suas ações preteridas. Invariavelmente as pessoas com Alzheimer podem estar envolvidas nas duas situações acima, uma vez que  o pensamento nocivo atraí Espíritos do mesmo padrão vibratório que acabem por iniciar um processo de obsessão mútua, uma espécie de simbiose. É evidente que este processo deve se arrastar por muito tempo até desencadear uma patologia física, por isso o Alzheimer é tão comum na fase senil. Angústias e tormentos psíquicos que duram uma vida inteira, muitas vezes com origem  em outras existências, sucumbirão no final da vida física traduzidos em doenças diversas da matéria.

Independente da origem, a doença constítui  grande oportunidade de aperfeiçoamento moral, não somente para o paciente, mas também para todos aqueles que estão diretamente envolvidos com o processo do cuidar. Os familiares que estão novamente reunidos para resgatar débitos contraídos entre si enfrentam provações dolorosas com a doença, porém reparadoras.

Aquele que cuida hoje certamente foi algoz no passado e necessita reajustar sua conduta ou até mesmo desenvolver sentimentos que ainda não possuí.

Para os cuidadores  tercerizados, o ensejo é de exercitar a paciência, desenvolver a compaixão e o amor ao próximo, executando a missão escolhida por ele mesmo na espiritualidade.

PREVENÇÃO

Recomenda-se a prática da leitura, o exercício do raciocínio, o lazer e o estabelecimento de vínculos afetivos saudáveis.

Qualquer atividade que mantenha as conexões ativas contribui para  a higiene mental.

Do ponto de vista espiritual, orienta-se a prática da caridade, o desenvolvimento do amor ao próximo, o exercício incansável do bem e o trabalho edificante como profilaxia para doenças do Espírito. 
Retidão de caráter e elevação de pensamento  contribuem para o aperfeiçoamento do Espírito e evitam transtornos de todas as ordens. Não esqueçamos a recomendação do Cristo  “ Orai e vigiai’.

CARACTERÍSTICAS:

Perda de memória recente, muito focadas em si mesmas, gostam de viver isoladas, extremamente conservadoras, teimosas, desconfiadas, etc.

VISÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA

Quando relacionamos com a espiritualidade notamos que no desenvolvimento da doença os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles se comunicam com pessoas que não enxergamos nem sentimos, chegando até mesmo a transmitirem mensagens de desencarnados.

Refletindo sobre os aspectos gerais chegamos a conclusão ; o Alzheimer é uma grande oportunidade para a família do doente enão para o doente em si.

Por que Os familiares ou cuidadores  possuem com esta realidade a chance de desenvolver suas qualidades espirituais. Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, capacidade de decidir por si e pelo outro, amor... São virtudes adquiridas ao se dedicarem a “estas crianças” como se tornam os portadores desta enfermidade.

O espiritismo também colabora muito para o tratamento de doenças, conforme elucida Emmanuel no livro “Leis do amor, psicografado pelo médium Chico Xavier e Waldo Vieira. 

“ A Doutrina Espírita, expressando o Cristianismo Redivivo, não apenas descortina os panoramas radiantes da imortalidade, ante o grande futuro, mas é igualmente luz para o homem, a clarear-lhe o caminho; desse modo, desempenha função específica no tratamento das doenças que fustigam a Humanidade, por ensinar a medicina da alma, em bases no amor construtivo e reedificante.

Nas trilhas da experiência terrestre, realmente, a cada trecho, surpreendemos desequilíbrio, a se exprimirem por enfermidades individuais ou coletivas.

A Organização  Mundial de Saúde) OMS recentemente desenvolveu o instrumento WHOQOL – SRPB, que diz respeito ao módulo “espiritualidade, religiosidade e crenças pessoais”, com o objetivo de mapear a espiritualidade em diversos países, diante da constatação da relevância do tema para o conceito de saúde. No mesmo sentido, uma pesquisa realizada por Marques, utilizou o Questionário de Saúde Geral (QGS) e a Escala de Bem estar  Espiritual/Existencial (EBE) para relacionar saúde e espiritualidade numa população de 500 adultos, moradores de Porto Alegre/RS, tendo observado que a saúde geral de uma pessoa provavelmente  está diretamente relacionada com suas crenças pessoais e seu bem estar existencial e espiritual. 

A dimensão espiritual é retratada como atribuição significativa ao sofrimento de uma  doença e  também  como  meio de esperança frente às variações do estado de saúde. As crenças influenciam as pessoas como lidar com diferentes situações, podendo proporcionar-lhes sentimentos  como : autoconfiança, adaptação, firmeza e maior aceitação. O bem-estar espiritual proporciona um estado de benevolência que implica diversas alterações nas habilidades das pessoas.

Diferentes estudos vêm evidenciando a importância da espiritualidade e/ou religiosidade na vida dos pacientes, na qualidade de vida, sobrevida a tempo de internação. E dessa forma, evidenciam que um maior envolvimento religioso e espiritual relaciona-se positivamente com o bem-estar psicológico, alegria, satisfação com a vida, maior expectativa de vida, melhor  saúde e menor ansiedade e depressão.

Tamanha importância da espiritualidade, que culminou no seu reconhecimento oficial pela Organização Mundial da Saúde, que a positivou através da Resolução da Emenda da Constituição de 7 de abril de 1999. Referida norma alterou o conceito de saúde que antes era: Saúde é o estado completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.

E passou a ser:

Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental, espiritual e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.

Este trabalho teve como objetivo verificar, através de uma revisão de literatura, se há relação e/ou influência da espiritualidade e/ou religiosidade na saúde física, bem como analisar como os estudos abordam a espiritualidade e/ou religiosidade na saúde física.

Espiritualidade é uma busca pessoal para entender questões relacionadas à vida, ao seu sentido, sobre as relações com o sagrado ou transcendente que podem ou não levar ao desenvolvimento de práticas religiosas ou formações de comunidade religiosas.

Em 2003, Katsuno demonstrou que a espiritualidade estava correlacionada à melhor qualidade de vida subjetiva em pacientes com demência leve.
   
 Já na doença de Alzheimer, alguns estudos têm demonstrado a influência da espiritualidade nas síndromes demenciais. Estudo recente publicado na revista NEUROLOGY demonstrou que altos níveis de espiritualidade e práticas religiosas foram associados a uma menor progressão da doença de Alzheimer. Este achado, que já havia sido investigado por Hill ET AL. Em 2006, mostrou que a freqüência religiosa foi associada a menores taxas de declínio cognitivo, ao avaliar cerca de 3.000 pacientes idosos. Além disso, a prece e a leitura da Bíblia já têm se mostrado alternativas para pacientes demenciados agitados, assim como atividades religiosas e espirituais têm sido relatadas capazes de prevenir agitação.

Conclui-se que o envelhecimento possui uma relação  íntima com a espiritualidade nos mais diferentes aspectos do envelhecimento, tendo impacto desde o envelhecimento bem-sucedido até os cuidados no fim da vida.

Então aquele assopro que senti, para mim foi Jesus que passou na minha vida. E me deu mais uma oportunidade de viver melhor.

Lembro-me de que na primeira noite, quando estava no hospital, recuperando-me da cirurgia, vi-me de repente, sorrindo sem saber para quem... Não foi sonho, nem delírio. Estava bem desperta e consciente. Uma presença que eu não via, mas sentia inundou meu ser e me trouxe uma sensação de leveza de bem estar, de conforto e de confiança.

A fé para mim representa Deus, o ser superior a força que vem do Universo. 

Para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim,  explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram no jogo. “O transtorno mental é um resquício do passado”,  define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.

 Outro mal apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina tradicional vem tentando entender essa doença que afeta a memória do paciente, o espiritismo busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades de relacionamento. “ Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosso uma oportunidade para que essa pessoa chegue mais “limpa” espiritualmente no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência”.

Assim como a medicina tradicional estuda as causas do mal de Alzheimer, a doutrina espírita começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas apegadas a bens materiais.

A doutrina espírita procura compreender a doença.Faz uma comparação de você estar numa casa iluminada e, de repente, você vai apagando, apagando, apagando... as pessoas que vão para esse diagnóstico começam a esquecer coisas que fizeram os valores que cultivaram ao longo da vida.

Foram se dando conta que a colheita era muito pesada, muito desagradável. Então, as pessoas começaram a fazer um esforço muito grande para tentar esquecer. Uma das coisas muito comum e freqüente é as pessoas dizerem: como faço para esquecer tal coisa

Essa “ tal coisa” se tornou um dado biográfico como que eu faço para esquecer que eu pratiquei um aborto? Que eu não respetei meu pai, minha mãe? Que eu extrapolei numa empresa e dei um golpe aqui e acolá?

E a maturidade faz você pensar sobre tudo isso. E o Alzheimer é um esforço que a pessoa faz para ir apagando esses registros que por não saber lidar com eles, por não poder se perdoar, ela vai por esse caminho.


REFERENCIAS:
DR. PAULO HENRIQUE BERTOLUCCI – UNIFESP
DR. JAYME ANTUNES MACIEL JR. – UNICAMP
DR. CÁSSIO MACHADO BOTTINO – USP
DRA. CARLA TIEPPO 
DR. EDUARDO MONTEIRO (ESPÍRITO)
DRA. LETICIA OLIVEIRA ALMINHANA
DR. SIDNEY WILMAR NOÉ
DRA. THAIS MARTINS INOUE
DRA. MARION ARCURI VECINA
DRA. LUCIANA GOULART
DR.JOSÉ CARLOS DOS SANTOS
DR. JUDES POIRIER
DR. SERGE GAUTHIER
LIVRO DOENÇA DE ALZHEIMER
LIVRO DOENÇAS OU TRANSTORNOS ESPIRITUAIS
LIVRO ALZHEIMER NA VISÃO ESPIRITA ANETE GUIMARÃES
SITES:
WWW. RAMATIS.ORG/AMIGOS
WWW.RAMATIS. ORG
WWW. INSTITUTO CHICO XAVIER.COM
WWW.MEDICINAESPIRITUALIDADE
WWW.ESTUDANTEESPIRITA.COM.BR
WWW.CONSOLADOREVOC
WWW.RADIOBOA NOVA



PARTICIPANTES:

ELDA MONTINI MASCARANHAS
IRIS KAMEYAMA
MARIA LAURA RUSSO REIS
MARIA SYLVIA DE AZEVEDO

                                   


                                                 A

                                     ESPIRÍTUALIDADE

                                                E

                                 O MAL DE ALZHEIMER



CELEBRAR A VIDA É
A PROMESSA DE CONCEBER
FAZER ALGO NOVO NASCER
ENXERGAR AS LINHAS DA VIDA
NÃO NA MÃO, MAS NO CORAÇÃO
CRER QUE A VIDA É TECIDA DE SONHOS
E QUE OS SONHOS SÃO AS ASAS DA LIBERDADE.
TER A ALEGRE CERTEZA DE QUE CADA DIA PODEMOS RECOMEÇAR.
NÃO TER MEDO DO QUE A VIDA NOS TRARÁ.
SABER AMÁ-LA MESMO SEM COMPREENDÊ-LA.
POIS A VIDA É:
FORTE E FRÁGIL.
LENTA E ÁGIL.
DISCRETA E IMPONENTE.
COLORIDA E PRETO E BRANCO.
FAZ-NOS RIR E CHORAR.
NELA HÁ DOR E AMOR.
MAS NADA SE IGUALA AO SEU VALOR.
VIDA, VIDA, VIDA,
A RIMA MAIS RICA DE UM CORAÇÃO.

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